Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte

Notícias

Dois quadros que temos no corredor do primeiro pavimento de nosso templo dizem:

“Quando agimos, colhemos os frutos do nosso trabalho, mas quando oramos, colhemos os frutos do trabalho de Deus” (Max Lucado  citação do livro “Parceiros de Oração”, de John Maxwell).
“Sempre que Deus deseja realizar algo novo, Ele convoca seu povo para orar” (Charles Spurgeon).
Às vezes, penso sobre os frutos que temos colhido. Não serão eles, em muitos casos, frutos somente de nosso trabalho? Afinal, o salmista nos diz que de nada adianta levantar cedo, repousar tarde e comer o pão de dores, pois o Senhor nos sustenta enquanto dormimos (Salmo 127). Seja isso nos planos pessoal, familiar e, mesmo, da igreja. Quantas vezes estamos trabalhando, e trabalhando, e parece que tudo que conseguimos se esvai, como se fosse colocado em sacos furados… Como é angustiante tal situação!
Muitas vezes, em minha caminhada de oração, tenho pedido ao Senhor: “Deus, abençoa o trabalho das nossas mãos. Confirma, Senhor, o trabalho das nossas mãos”. Pois, quando o Senhor não abençoa o trabalho de nossas mãos nada prospera. Nada vai para frente. Então, é momento de deixar Deus agir. É momento de parar de se debater e, então, depender, pois só assim veremos as coisas caminhando.
É verdade também que, por vezes, Deus permite que a situação chegue a um ponto tal de crise e dificuldade porque Ele quer chamar nossa atenção para a necessidade de oração, de clamor e, mesmo, de jejum.
As notícias que chegaram a Neemias se constituíam em um chamado para a oração e para o jejum. Afinal, nenhuma ação seria correta naquele momento se não fosse precedida de oração e de um tempo de profunda dedicação ao Senhor. Neemias entende que não poderia agir sem oração e que Deus, antes de chamá-lo à ação, estava chamando-o para orar, pois que a situação exigia que qualquer ação fosse precedida de oração.
Estamos vivenciando um momento que requer muita oração. Não podemos meter os pés pelas mãos e sair atabalhoados, tentando fazer o que precisa ser feito, embora existam muitas coisas a fazer. Por isso, queremos conclamá-lo a orar. A orar por motivos muitos especiais, os quais passamos a listar:
• pelo ministério da Primeira Batista;
• pela vida de cada membro, frequentador e convidado;
• pelo Pr. Jackson, sua família e sua equipe ministerial;
• por toda a liderança da Igreja;
• pela celebração do Centenário, para que, de fato, seja um tempo de receber, celebrar e repartir;
• pela comunidade em que a Igreja está inserida, para que possamos demonstrar o amor de Deus de forma prática; e
• pelos enfermos da Igreja, não só no plano físico, mas também no emocional e no espiritual.
Muitos outros assuntos poderiam ser colocados, mas julgamos que é com que devemos gastar mais tempo nos próximos dias e meses. Portanto, antes de agir, ore. Antes de falar, ore. E aguarde com paciência na manifestação do Senhor, pois, certamente, Ele agirá, e veremos a sua glória.

 

Pr. Jackson Andrade

 

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