Discipulado e Tolerância, o desafio continua
Desde o início tínhamos como objetivo trabalhar dois bimestres sobre tolerância, sendo o primeiro, Comunhão e Tolerância e o segundo, Discipulado e Tolerância, afinal, esse é um tema que está na ordem do dia e não dá para ser negligenciado.
Agora mesmo estamos comemorando o Dia Internacional da Mulher e nos perguntamos: Qual a razão da existência desse dia?
E a resposta não é outra senão, fruto da intolerância.
Primeiro, daqueles que no dia 08 de março de 1857, atearam fogo a uma fabrica de tecidos, que ficava em Nova Iorque, EUA, por causa de uma greve promovida pelas tecelãs, matando aproximadamente 130 mulheres, o que é um absurdo.
Segundo, porque a existência deste dia, mais que merecida homenagem às mulheres, reflete a nossa incapacidade de conviver pacificamente, respeitando os direitos uns dos outros e reconhecendo que tanto homem quanto mulher foram criados à imagem e semelhança de Deus. Sem esse reconhecimento, faz-se necessário estabelecer um dia em que se tenha que ressaltar a dignidade das mulheres, quando essa deveria ser ressaltada todos os dias e também em relação aos homens.
Pelo que já percebemos, sempre que se cria um dia comemorativo para pessoas, movimentos, animais ou coisas, é porque este é vitima da intolerância, do preconceito e do abuso. Então, para que se possa chamar a atenção para a necessidade de se respeitar o próximo, algum ser ou movimento, um novo dia é criado.
E se ao invés disso, a Igreja, que é esperança do mundo, se tornasse imagem e semelhança de Cristo, mostrando em palavras, ações e atitudes que todos devem ser tratados com dignidade e respeito, independente de ser mulher, homem, idoso, jovem ou criança, negro ou branco, pois todos foram criados por Deus e devem na dependência dele se relacionar um com o outro de modo que não haja lacunas para que o inimigo promova destruição.
Compreendemos, porém, que a única forma de alcançarmos esta meta é nos tornando semelhantes a Jesus e nesse caso, não basta apenas conhecer mais da Bíblia, é preciso também ter uma perspectiva bíblica da vida, transformando os valores e princípios em convicção, ferramentas e, sobretudo, um aspecto do caráter. Isso, certamente, nos possibilitará construir um mundo melhor.
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